RECUPERAR A CAPACIDADE DE MUDAR

Modernização de sistemas legados

Evolua o sistema sem apagar o que já funciona.

Identificamos o que precisa ser preservado, corrigido, modernizado ou substituído e conduzimos essa evolução de forma incremental.

O PROBLEMA VEM PRIMEIRO

A tecnologia precisa caber na operação.

Antes de recomendar uma solução, buscamos entender o cenário completo: objetivos, processos, sistemas existentes, dependências, dados, restrições e riscos. Assim, cada decisão tem um motivo e pode ser executada com segurança.

QUANDO FAZ SENTIDO

Quando manter ficou mais arriscado que mudar.

A modernização começa quando o sistema ainda é importante para a operação, mas já limita velocidade, segurança ou capacidade de evolução.

Para quem: Para times que dependem de sistemas importantes, mas perderam velocidade, previsibilidade ou segurança para evoluí-los.

  • Cada mudança exige esforço e cautela demais.
  • Dependências ou tecnologias perderam suporte.
  • O conhecimento do sistema está concentrado em poucas pessoas.

COMO COMEÇAMOS

Começamos mapeando dependências, riscos e pontos onde uma mudança incremental pode gerar mais efeito.

O QUE ENTREGAMOS

  • Health check de código, arquitetura, dados e operação
  • Estratégia entre estabilizar, refatorar, replatformar, re-arquitetar ou substituir
  • Quick wins e plano de modernização incremental
  • Testes, observabilidade e automação para reduzir risco durante a mudança

COMO PENSAMOS TECNOLOGIA

Boas decisões técnicas começam antes da tecnologia.

Entendemos primeiro o negócio, os processos e as restrições. A partir daí, arquitetura, software, integrações, IA e infraestrutura entram apenas onde ajudam a construir uma solução melhor.

  1. 01

    Arquitetura

    Reduzimos acoplamento, redefinimos responsabilidades e criamos limites mais claros entre partes do sistema.

  2. 02

    Código e dependências

    Atualizamos tecnologias, bibliotecas e componentes que dificultam manutenção ou apresentam riscos.

  3. 03

    Dados

    Revisamos modelos, bancos, migrações e fluxos de informação que limitam desempenho ou evolução.

  4. 04

    Integrações

    Substituímos integrações frágeis por contratos, APIs, eventos ou fluxos mais previsíveis.

  5. 05

    Operação

    Adicionamos testes, logs, métricas, rastreamento e automação para reduzir tentativa e erro.

COMO TRABALHAMOS

Critério antes de velocidade.

  1. Entender o legado

    Mapeamos arquitetura, dependências, regras críticas, dados, integrações e infraestrutura.

  2. Definir prioridades

    Separamos problemas urgentes de melhorias que podem esperar e localizamos o maior efeito.

  3. Modernizar por etapas

    Evoluímos componentes progressivamente, mantendo o sistema operacional sempre que possível.

  4. Retirar o que não faz sentido

    Eliminamos dependências antigas somente depois que novos componentes estão funcionando.

O RESULTADO

Engenharia que continua fazendo sentido depois do lançamento.

Vamos entender
o que precisa mudar.

Conte o que está acontecendo hoje, quem é impactado e o que você precisa colocar em movimento.

Você recebe uma resposta de uma pessoa em até 1 dia útil. A primeira conversa não pressupõe contratação.

  • entender se existe aderência;
  • organizar o problema principal;
  • indicar o próximo passo mais responsável.
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